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As
cegas tradições do Natal
Alegrias e presentes à
parte, muitas pessoas pensam
que o Natal é o nascimento
do Senhor Jesus, ou então
que é uma festa de paz,
confraternização, e
alegria... Comemoram aquela
data, de 25 de dezembro, de
boa vontade
despreocupadamente,
acreditando que estão
fazendo uma coisa boa, e
sincera.
Se pensarmos bem, vamos ver
que nunca nos preocupamos ou
questionamos de maneira
adequada sobre esta tão
abominável data, a sua
origem e verdadeiras
intenções.
A desculpa mais comum de se
ouvir é que todo mundo
comemora o dia 25 de
dezembro, e é uma festa de
paz e alegria - em outras
palavras, é a tradição cega
que predomina nas atitudes
das pessoas. O mesmo tipo de
tradição dos judeus que
valeu do Senhor Jesus uma
forte repreensão (Marcos
7:8,9 e 13). Tradição
religiosa que muitos prezam
e sem pensar afirmam: "Meu
pai foi desta religião,
nasci nela e morrerei nela!"
A religião é decidida como
se fosse um agasalho da cor
predileta - isto pode custar
muito caro: a morte eterna.
Assim também, por incrível
que pareça, o cristão
(aquele que verdadeiramente
confessou o Senhor Jesus,
que se arrependeu dos seus
pecados, que crê, pela fé,
na salvação eterna, através
do sangue do Senhor Jesus,
crendo que Ele é o Deus Todo
Poderoso)- sim, este cristão
comemora o Natal, participa
dessa festa, e muito
provavelmente com a máxima
sinceridade, como tradição
(entre muitas outras que
infestam o meio evangélico),
sem contudo saber que está
praticando um ato
abominável.
Nós sabemos, é claro, que
nada mais nos condena, pois
somos resgatados pelo
Senhor, pela misericórdia de
Deus, pelo admirável amor,
que, enquanto mortais aqui
no mundo, não entenderemos
completamente.
Isto, porém, não justifica a
nossa irresponsabilidade
diante de nossas próprias
atitudes. Deus vai nos pedir
conta de tudo que fizemos
aqui no mundo, após nossa
conversão. (I Cor.3:13;
IICor.5:10)
Cada vez que comemoramos o
Natal, escarnecemos do
Senhor Jesus, nos tornamos
cúmplices das obras das
trevas e praticamos a
hipocrisia.
Mas, temos recursos:
"Ora, se algum de vós tem
falta de sabedoria, peça-a a
Deus, que a todos dá
liberalmente e não censura,
e ser-lhe-á dada.
Peça-a, porém, com fé, não
duvidando; pois aquele que
duvida é semelhante à onda
do mar, que é sublevada e
agitada pelo
vento".(Tiago1:5,6)
Quantos de nós, porém,
realmente pedimos a Deus a
sabedoria e o discernimento?
Ou será que, por medo de
assumirmos nossas
responsabilidades, não nos
aprofundamos nas
maravilhosas riquezas da
Palavra de Deus, como Ele
nos manda fazer? Ele não Se
contentaria jamais que nós,
Seus filhos lêssemos a
Bíblia todas as noites,
antes de dormir, ou na hora
do almoço, ou nos fins de
semana - como se fosse uma
obrigação.
Mas, é para nós, herdeiros
da Sua riqueza, nos
deleitarmos na Sua Palavra e
nos aprofundarmos nela.
Assim, não pecaríamos por
ignorância, ou ... por
tradição.
O
DIA 25 DE DEZEMBRO
Para entendermos como surgiu
o dia 25 de dezembro, e o
que tem esta data a ver com
o suposto nascimento de
Jesus, é necessário
analisarmos alguns fatos.
Em dezembro era celebrada a
festa dos Saturnais,
dedicado ao deus Saturno,
que durava cerca de quatro
dias ou mais.
Segundo criam os pagãos
romanos, este deus habitava
no Lácio - nome proveniente
de ter ele se escondido
naquela região - Lateré -
que significa esconder-se,
ocultar-se. E tendo sido
recebido pelos homens, lhes
ensinou a agricultura,
trazendo, segundo a lenda, a
chamada "Idade do Ouro".
Os Saturnais procuravam
repetir esse período,
fazendo uma espécie de
feriado, quando ninguém
trabalhava, os tribunais e
escolas eram fechados (1),
havendo nessa festa um fato
importante: "os escravos
recebiam permissão
temporária para fazer tudo o
que lhes agradasse, e eram
servidos pelos amos". (2)
(Os grifos são meus.)
Anteriormente, era coroado
um rei, que fazia o papel de
Saturno, quando "usufruia de
todas as prerrogativas
daquele deus durante um
tempo e depois morria, por
sua própria mão ou
sacrificado". (3)
Esta festa era uma espécie
de carnaval, e se dava no
chamado solstício de
inverno.
Vamos entender o significado
de solstício :
A Terra, ao girar em volta
do sol, forma uma trajetória
que é chamada de eclíptica.
Porém, como o eixo de
rotação da Terra não está
perpendicular à eclíptica,
mas ligeiramente inclinado,
o sol, na maior parte do seu
curso aparente no céu, não
passa exatamente em cima do
equador, mas fica inclinado.
Há somente dois períodos do
ano em que ele passa em cima
do equador que são os
períodos de equinócio.
Quando ele se inclina o
máximo, tanto para o norte,
como para o sul, dá-se o que
chamamos de solstício.
Para quem vive no hemisfério
norte, quando o sol se
inclina o máximo para o
norte, dá-se o solstício de
verão, iniciando a estação
de verão, e quando ele se
inclina o máximo para o sul,
ocorre o solstício de
inverno, dando a estação de
inverno, que em certos
lugares chega a ser tão
rigoroso que não há
trabalho.
Nesses períodos, as noites
são longas e frias. "Este
solstício é importantíssimo
para os povos nórdicos,
porque de dezembro a março o
sol se apaga como se
prenunciasse o fim da vida.
Os pagãos comemoravam a data
com festas. Acendiam
fogueiras, ornamentavam as
ruas com flores e galhos
verdes e erguiam altares nas
casas. Faziam tudo para
agradar os deuses e
pedir-lhes que o inverno
fosse brando e o sol
retornasse redivivo, no
início da primavera".(4)
Em certas regiões, bem
próximas do pólo norte, no
solstício de inverno o sol
desaparece da linha do
horizonte, justamente por
causa da sua inclinação
aparente para o sul. Para
quem vive nessa região, o
sol fica dias sem nascer,
trazendo, portanto, uma
noite longa.
No Brasil, que se situa no
hemisfério sul, o solstício
de inverno se dá em junho, (
o Natal ocorre no verão).
Nesta época , temos as
chamadas "festas juninas",
quando as tradições pagãs e
natalinas são também
apresentadas nas tradições
da festa da fogueira,
comidas típicas, danças,
etc.
Conhecendo, então, o
"sumiço" aparente do sol em
certas regiões, fica fácil
entender como surgiu o culto
ao sol.
O sol tem sua representação
no deus greco-romano Apolo,
considerado como "Sol
invicto". (5), e seus
equivalentes entre outros
povos pagãos, são diversos:
Ra - o deus egípcio; Utu -
dos babilônicos; Surya - da
Índia; e também Baal e
Mitra. Todos estes e as
Saturnálias, deram origem ao
dia 25 de dezembro, como o
dia do sol.
Baal, por exemplo, era o
abominável deus dos cananeus,
e seu nome significa
"senhor"(6). Considerado o
deus das montanhas, das
tempestades e da chuva,
simbolizava a plenitude da
vida, e em sua mão estava o
poder de provocar as chuvas,
o nascimento das fontes, e a
fertilidade da terra. (7)
Quando o Império Romano
conquistou várias partes do
mundo antigo, essa divindade
acabou entrando no panteão
Romano, através dos escravos
importados e mercenários
sírios (8), tendo grande
aceitação principalmente
porque os romanos procuravam
"novas experiências
espirituais".
No seu culto eram imoladas
crianças e adolescentes, a
ponto de seus rituais serem
proibidos pelo imperador
Adriano (76-138 DC). Sua
prática passou para a
clandestinidade e,
posteriormente, como as
religiões egípcias, seus
cultos foram depurados e
desligados das tradições
bárbaras. Logo, se
transformaram em "severos
códigos morais", elevando-se
à "sabedoria dos mistérios"
(9), tal como se deu com o
mitraísmo.
Quanto ao Mitra - deus
indo-iraniano - era muito
apreciado no exército romano
(10) onde apenas homens
participavam (11) em
recintos fechados - grutas -
chamados de "Mithraeum" ou "Spelaeum",
muito comum dentro de
Roma (12). Era uma religião
de iniciação secreta, com
graus, semelhantes aos
existentes na maçonaria (13)
Mitra era adorado como
deus-sol (14) e comemorado
entre os dias 24 e 25 de
dezembro, quando, segundo a
lenda, teria nascido de uma
enorme rocha (15)Seu nome,
de raiz indo-européia,
significa: "troca",
"contrato" e "amizade"
justamente como é
considerado: "amigo de
todos" (16)
Como Baal e Mitra já eram
conhecidos dos romanos,
Aureliano (2127-275 d.C.),
imperador de Roma,
estabeleceu, no ano de 273
d.C. , o dia do nascimento
do Sol em 25 de dezembro - "Natalis
Solis Invicti" - que
significa: "nascimento do
Sol invencível" (17)
Foi a partir desse ponto que
todas as forças do paganismo
se uniram para atacar
frontalmente a igreja do
Senhor Jesus, aliciando,
enganando e infiltrando as
doutrinas de iniciação aos
mistérios para dentro da
igreja. O catolicismo romano
foi um dos resultados disso.
Mas, para que o plano desse
certo, apareceu Constantino
(317-337 d.C.), imperador de
Roma, com uma nova maneira
de abordar os cristãos.
Segundo uma lenda, antes da
batalha contra Maxêncio, ele
teve uma visão da cruz
contra o sol, e uma mensagem
que dizia, "com este sinal
vencerás". Constantino era
adorador do Sol, mas não há
provas que ele fosse membro
do mitraísmo, em cujos
rituais eram usados pães
marcados com uma cruz (18).
De qualquer maneira, este
símbolo é evidentemente
pagão. (19) . Conseguindo a
vitória, Constantino,
aparentemente, apoiou os
cristãos e decretou o Édito
de Milão em 313, dando
liberdade de culto aos
cristãos e trocando, dessa
forma, a perseguição pela
tolerância tão desejada.
Mas também "estava resolvido
a recompensar a religião de
seu novo patrono de maneira
digna de um Imperador
Romano."
Privilégios e grandes somas
de dinheiro foram doados às
igrejas de todas as
municipalidades" (20).
Ele "legalizou" o
cristianismo perante o mundo
pagão e "os sacerdotes
cristãos tiveram direito à
mesma insenção fiscal
concedida aos de outras
religiões" (21)
Na verdade, Constantino
igualou o "cristianismo" com
o paganismo. Realmente, foi
uma boa estratégia. Os
cristãos, antes cruelmente
perseguidos, agora,
receberam do imperador a
liberdade de culto, e
passaram a enfrentar um novo
problema: a interferência do
Estado na Igreja .
Constantino comprou os
sacerdotes romanos,
conseguiu aliciar, e de
fato, governou a igreja de
Roma, e introduziu nela os
ritos pagãos (22)
Como adorador do Sol, não
resta dúvida a sua
influência: ele fez do dia
25 de dezembro uma festa
cristã (23), para que se
celebrasse o nascimento de
Cristo. Ele fez da festa de
Mitra, Baal, Osíris, Apolo,
e outros deuses abomináveis,
a festa do nascimento de
Cristo - Uma forma de
sincretismo
religioso.Talvez,
Constantino seja considerado
convertido a Cristo. Se isso
for verdade, porém, ele foi
devidamente utilizado para a
circunstância. Esta é uma
prova de que a sinceridade
não livra ninguém dos erros
da ignorância, e nesse caso,
ignorância espiritual que é
um pecado. Repito: se
Constantino realmente era
salvo pelo sangue de Cristo
, isto não quer dizer que
ele não foi utilizado por
Satanás.
Mas há evidências de que
sempre existiram verdadeiros
cristãos que não comemoravam
o Natal. Talvez poucas,
pois, a História (dos
homens) jamais se
preocuparia em registrar
evidências que não sejam
para agradar o mundo. Porém,
sempre escapa algumas dessas
provas: "a comemoração do
Natal a 25 de dezembro não
foi passivamente aceita por
todas as igrejas cristãs, em
virtude de sua identificação
com a festa pagã do
solstício. A controvérsia
levou o clero armênio a
considerar os sacerdotes
romanos como idólatras".(24)
"Não se sabe a data precisa
do nascimento de Jesus. Os
primeiros cristãos não
celebravam Seu nascimento
porque consideravam a
comemoração de aniversário
um costume pagão". (25)
A
ÁRVORE DE NATAL
Como os cultos pagãos estão
ligados às estações do ano,
conseqüentemente deram
origem ao culto solar.
Porém, as estações do ano
estão ligadas também ao
ciclo do florescimento da
vegetação .
Surgiu, assim, a adoração à
plantas, particularmente à
árvores. E para dar sentido
à esta adoração, os pagãos
associaram os seus deuses às
respectivas árvores.
No Egito, por exemplo, o
deus Osíris "personificava o
crescimento da vegetação e
das forças criadoras do
Nilo" (26), sendo
representado, pelo cedro.
Outros deuses de outros
povos, tinham suas
representações vegetais:
Átis, o abeto (pinheiro),
Júpiter , a azinheira,
Apolo, o louro, e mais uma
infinidade de outros deuses
e suas árvores, que não vale
a pena mencionar aqui. (27)
Contudo, a Bíblia registra
sobre esta abominável
modalidade de culto pagão,
quando fala sobre a Ashera.
Esta era uma deusa cananéia,
chamada também de "Ashera-do
Mar", ou "Senhora do Mar",
cujo filho era o tão
mencionado Baal. (28)
Símbolo da fertilidade, para
quem era praticada a
prostituição cultual, pois
tinha o seu equivalente:
Asterot (ou Astoret) e
Astarte - deusa semítica da
vegetação (29). Era
representada por uma figura
feminina nua, segurando os
dois seios, numa atitude de
lascívia. Era também
representada por uma espécie
de árvore, provavelmente
trabalhada. Esta
representação é citada em
várias passagens bíblicas :
I Reis 16:33; 18:19; II Reis
13:6; 17:16; 18:4; 21:3; etc,.
Havia também para esta
deusa, imagens esculpidas
(II Reis 21:7), vasos (II
Reis 23:4), cortinas (II
Reis 23:7), e profetas (I
Reis 18:19).
Porém, quando Gideão
destruiu o altar de Baal e
cortou a Ashera, mostrou que
se tratava de uma árvore:
"...disse o Senhor a Gideão;
Toma um dos bois de teu pai,
a saber, o segundo boi de
sete anos, e derriba o altar
de Baal que é de teu pai, e
corta a asera que está ao pé
dele.
Edifica ao Senhor teu Deus
um altar no cume deste lugar
forte, na forma devida; toma
o segundo boi, e o oferece
em holocausto, com a lenha
da asera que cortaste".
(Juízes 6:25-26)
Ora, lenha não se tira de
uma estátua, e sim de
árvores.
Outra prova evidente está na
seguinte passagem:
"Não plantarás nenhuma
árvore como asera , ao pé do
altar do Senhor teu Deus,
que fizeres". (Deuteronômio
16:21).
Segundo Davis, a Ashera,
cujo plural é Asherim, é o
nome de algum tronco de
árvore da qual eram tirados
os ramos, e se tornava
símbolo de uma deusa com
este nome de Aserá ." (30)
Na Bíblia de tradução de
João Ferreira de Almeida, na
versão "Revista e
Atualizada" é traduzido por
"bosque" ; na versão "De
Acordo com os Melhores
Textos em Hebraico e Grego",
como também na esgotada
"Tradução Brasileira"
mantém-se a palavra original
- Ashera.
Porém, uma coisa está bem
claro: Esta deusa,
representada, às vezes, por
uma estatueta, era também
representada por uma árvore
considerada sagrada, ou o
seu tronco, pois ela podia
ser plantada. (Deuteronômio
16:21).
Hoje, o enfeitado pinheiro
de Natal tomou o lugar da
Ashera . Ele é colocado até
defronte dos púlpitos, como
se o Senhor Jesus tivesse
algo a ver com tão
abominável símbolo.
No passado, o pinheiro
estava ligado aos povos
bárbaros, e o culto à
árvores sagradas era muito
apreciado pelos romanos.Eles
tinham, por exemplo, o
carvalho sagrado de Diana,
localizado num bosque também
considerado sagrado - o
"Santuário de Nemi". (31)
Os bárbaros, particularmente
os germanos e celtas, criam
no chamado "espírito da
árvore", entidades que
habitavam dentro das
árvores, principalmente nos
carvalhos mais velhos.
Daí se originaram os druídas
- sacerdotes oficiantes de
uma série de magias e
rituais.
Os druídas pertenciam à uma
classe recrutada entre as
crianças da aristocracia
guerreira, e tinham grandes
poderes dentro da sociedade
celta. A palavra druída -
druí (singular), e druad
(plural) provavelmente
significa: sabedoria grande,
profunda sabedoria do
carvalho (32). E entre suas
atividades se incluiam
sacrifícios humanos. (33)
Para os germanos, o carvalho
era a árvore do deus Donar,
chamado também de Thor, Odin,
Wodan. E foi com eles que, o
pinheiro de Natal teve o seu
impulso inicial, dado
provavelmente por
missionários católicos.
Conta a lenda que Vilfrido ,
um desses missionários,
quando pregava aos pagãos da
Europa, teve problemas com o
culto às árvores. Em frente
à sua igreja havia um velho
carvalho, e os bárbaros
criam que ali dentro
habitava um espírito. Na
tentativa de convencê-los
que suas crenças eram
infundadas, ele resolveu
derrubar a árvore.
Coincidentemente, armou-se
uma tempestade e no momento
em que a árvore caiu, um
raio despedaçou o seu
tronco, espalhando-o por
todos os lados. Havia,
porém, um pinheirinho no
local da queda que nada
sofreu.
Para os bárbaros, ficou
óbvio que era a manifestação
de Donar, acompanhado de sua
comitiva : tempestade e
relâmpagos. Portanto, não
tinham nada a perder quando
Vilfrido declarou que aquela
manifestação era do Deus dos
cristãos, e que o
pinheirinho passara a ser do
menino Jesus. (34)
Outra história (se é lenda
não sei), conta que
Bonifácio (673-754 d.c.),
quando encontrou os bárbaros
adoradores de árvores, em
Geismar, Alemanha - centro
religioso desses povos -
resolveu derrubar um velho
carvalho, e com a madeira
edificou uma igreja em
homenagem a "são" Pedro.
(35)
O culto às árvores sempre
sobreviveu, e em 1539 havia
ornamentação com árvores nas
casas e nas igrejas. Em
1671, havia comemorações na
França, com árvores
enfeitadas, provavelmente
introduzidas por Charlotte
Elizabette da Baviera,
princesa do Palatinado; e
assim chegou até aos nossos
dias. (36)
Quanto aos enfeites das
árvores de Natal, segundo a
Enciclopédia Delta Universal
(vol. 10 pag. 5608, da
edição de 1980), são
diversas as suas
procedências. Provavelmente
começaram com os
escandinavos que decoravam
suas árvores com redes de
pescas, assim como os
poloneses que o faziam com
velas e ornamentos de papel
brilhante.
O
PAPAI NOEL
Dentre todos os símbolos,
este é o que aparentemente
não tem ligação com o
paganismo das civilizações
antigas. Provavelmente, o
Papai Noel surgiu no século
passado, quando Thomas Nast,
pintor norte-americano,
criou esta figura sorridente
de barbas brancas. (37)
Muitas pessoas pensam que o
Papai Noel seja o elemento
principal que deu origem ao
crescente consumismo das
festas natalinas - o que não
deixa de ser verdade. Porém,
se analisarmos melhor
veremos que, mais do que o
consumismo, ele tem uma
importância fundamental para
realçar o Natal.
Quando examinamos a origem
pagã do Natal, buscamos as
fontes no passado, quando os
cultos à deuses estranhos
eram de grande importância
para os pagãos. O pretexto
para manter aqueles cultos
foi colocar o Senhor Jesus
no meio de uma festa que não
tem nada a ver com Ele.
Atualmente, os rituais foram
mantidos, mas os deuses
foram esquecidos, e a pessoa
do Senhor Jesus se torna
dispensável, pois, para o
mundo, não tem a menor
importância se o Natal
corresponde ou não ao
nascimento de Jesus.
Somente para os crentes, que
querem defender estas
festividades pagãs, é que
seria interessante manter
esta grande mentira.
Para os católicos, seria
também interessante manter a
festa de Natal, como o
nascimento de Cristo, mesmo
sabendo que é uma grande
mentira.
Restou, portanto, para o
mundo em geral, a
necessidade de um ídolo que
fosse mais conveniente para
manter "o espírito do Natal"
, visto que nem todo mundo
poderia ser tão "religioso".
Este ídolo teria que servir
tanto para o católico menos
fervoroso, para o crente
ecumênico, como também para
um ateu. Pois, o importante
é a imagem, os ritos
mágicos, e o espírito do
Natal.
No passado, houve cristãos
fiéis que combateram estas
festas, como já foi
mencionado. Os puritanos, na
Inglaterra, proibiram os
festejos natalinos em 1644,
tendo o mesmo ocorrido na
Escócia. Esta proibição
conseguiu atingir os
territórios puritanos dos
EUA, que só comemoraram o
Natal cerca de 200 anos
depois, em 1836. (38)
Tinha-se de manter,
portanto, um meio de
garantir a festa de Natal.
Era necessário criar uma
imagem que fosse bem aceita
pelo público - uma imagem
agradável - definitivamente
associada à festa de Natal.
E o Papai Noel foi criado
especialmente para cativar
as crianças - criando desse
modo um laço de afetividade
que dificilmente seria
destruído, mesmo quando esta
criança, se tornando adulta,
soubesse que o Natal é uma
grande mentira.
E quem hoje, entre os
cristãos, aceitaria combater
esta festa que, na verdade,
é uma abominação? Existe uma
grande pressão, que
infelizmente influencia o
próprio meio evangélico.
O Papai Noel, porém, não
tinha somente esta
finalidade. Não há mais
Mitra, nem Apolo ou Baal no
panteão de algum povo. Na
festa de Natal sobraram
apenas os símbolos: a
guirlanda, a árvore, os
presentes, as velas, os
enfeites, as estrelas -
objetos inanimados, de
origem pagã, mas nenhuma
figura viva.
Se realmente o Senhor Jesus
tivesse nascido no dia 25 de
dezembro, sem dúvida seria o
representante ideal, e não
precisaria de uma outra
figura.
Porém, é o Papai Noel que
está em destaque, e não o
Senhor Jesus; é o Papai Noel
quem move a festa, a quem se
atribui a distribuição dos
presentes - uma grande
mentira - pois, até as
crianças sabem de onde vem o
dinheiro do presente. Mas,
ele é tido como benfeitor e
amigo de todos (como Mitra),
simplesmente porque o Papai
Noel é a reencarnação de
Baal, Apolo, Osíris e Mitra.
A sua criação baseia-se nas
lendas sobre Nicolau, um
suposto santo do séc. III a
IV da era cristã, da cidade
de Mira, na Ásia Menor.
Conta-se que Nicolau,
herdeiro de grande riqueza,
a distribuiu entre os pobres
e as crianças "que não
tinham com que se alegrar
durante o Natal". (39)
Como ele se tornou o "santo
protetor" de diversas causas
no meio popular, "para cada
caso foram criados episódios
de sua vida para justificar
a devoção" é "considerado
protetor das crianças, dos
marinheiros ... das noivas,
dos comerciantes, dos
escravos, dos sentenciados,
dos homens ricos, dos
ladrões". (40). Podemos
dizer que é um "santo" para
"quebrar qualquer galho",
razão pela qual foi
escolhido para dar origem à
figura de Papai Noel.
O
ANO NOVO
O festival do Ano Novo está
ligado ao deus pagão Janus,
de onde veio o mês de
Janeiro - Januárius.
Janus é o deus romano que
protege os átrios e os
lares. É representado por
uma cabeça com dois rostos:
um olhando para o passado e
outro para o futuro, dando a
entender (segundo a crença)
que tem total conhecimento
tanto do passado como do
futuro. Em 1º de Janeiro, em
sua honra, os romanos
trocavam presentes entre si.
(41)
A
GUIRLANDA
Dentre os costumes pagãos,
havia o de presentear as
pessoas com ramos verdes,
nas festas do Ano Novo, em
Janeiro. Cria-se que
carregando os ramos para
dentro de casa, estariam
trazendo as bênçãos da
natureza, pois, "para os
pagãos, a natureza é
portadora de espíritos e
divindades". (42). Talvez
venha daí o surgimento da
guirlanda dos dias de hoje.
O Natal, na verdade, é um
sincretismo religioso feito
nos séculos III e IV d.C.,
para que pudesse ser passado
à posteridade todos os
rituais e abominações pagãs.
É uma festa pagã, onde o
nome do Senhor Jesus foi
usado apenas como pretexto,
fazendo-O de palhaço e
espetáculo para o mundo.
Se pensamos que toda aquela
simbologia era válida apenas
para a época em que os
pagãos cultuavam seus
deuses, estamos enganados.
Se assim fosse , não haveria
razão de mantê-las nesta
festa.
Há uma dupla finalidade na
existência do Natal:
Além das mensagens
inerentes, há um atrativo
que chama todo mundo à
participar do seu ritual .
Assim como a Saturnália foi
para os romanos, o Natal é
para o mundo - tornando cada
participante um cúmplice de
sua magia. Foi uma forma que
Satanás achou para oferecer
a sua ilusória proposta de
paz e harmonia,
transformando assim o mundo
na "Saturnia Tellus". Por
outro lado, suas
simbologias, rituais,
mensagens ocultas,
destinadas aos praticantes
dos rituais de ocultismo,
bruxaria e feitiçaria são
rituais pagãos que
sobreviveram até os dias de
hoje.
As evidências desta verdade,
além do que foi mostrado até
agora nesse trabalho, são as
crescentes publicações de
magia, bruxaria, ocultismo,
adivinhação, facilmente
encontrados em qualquer
banca de jornal ou livraria,
onde estão também incluídas
as simbologias de Natal.
Uma das grandes provas da
ligação do Natal com rituais
de magia, é o chamado
"espírito do Natal", onde o
ambiente é modificado pelos
enfeites - símbolos de
significados ocultos.
Juntamente com as músicas, é
criado um clima de mistério,
e esta sensação atinge
qualquer pessoa de qualquer
crença, católicos,
espíritas, possivelmente
budistas, muçulmanos, e até
os ateus, criando uma
espécie de confraternização.
O estranho é que atinge
incrédulos e crentes, o que
evidencia que esta magia
existe e tem grande poder de
penetração no mundo.
Como o povo de Deus poderia
participar desta festa,
sabendo de sua ligação com o
ocultismo, magia, e
feitiçaria?
Está evidente a finalidade
do Natal como portador de
mensagens - não bíblicas -
mas mensagens destinadas aos
que perecem.
Nós é que procuramos
cristianizar o Natal.
Se o mundo age desta forma,
não é de admirar, pois faz o
que lhe é próprio. Mas os
filhos de Deus que têm a
função e a responsabilidade
de ser luz do mundo e sal da
terra, quando comemoram o
natal - sabendo o que ele
significa - se fazem pior do
que o mundo, pois desvirtuam
totalmente a sua função.
Jesus disse:
"Vós sois o sal da terra;
mas se o sal se tornar
insípido, com que se há de
restaurar-lhe o sabor? Para
nada mais presta, senão para
ser lançado fora, e ser
pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não
se pode esconder uma cidade
situada sobre um monte; nem
os que acendem uma candeia a
colocam debaixo do alqueire,
mas no velador, e assim
ilumina a todos que estão na
casa.
Assim resplandeça a vossa
luz diante dos homens, para
que vejam as vossas boas, e
glorifiquem a vosso Pai, que
está nos céus". (Mateus
5:13-16) .
Devemos nos distinguir deste
século mau, pois para isto
estamos aqui!
Não somos iguais ao mundo -
apesar de estarmos sujeitos
às mesmas paixões e pecados
- depois de sermos atingidos
pela graça de Deus, na
pessoa do Senhor Jesus,
temos armas espirituais para
não andarmos mais como
escravos do pecado do mundo
e do diabo. E estamos
aguardando a redenção total,
na Sua volta. Como servos de
Deus, é necessário que o
nosso testemunho seja
completo.
Quando procuramos fazer a
vontade de Deus, cumprindo o
mandamento de sermos o sal
da terra, a luz do mundo, é
inevitável termos atitudes
diferentes dos incrédulos .
Quando fazemos isto, muitos
nos acusam de fanáticos,
radicais, extremistas,
ou...de não termos amor para
com os outros. Não sabendo
eles que foi exatamente este
o exemplo dado pelo próprio
Senhor e pelos Seus
discípulos, como Estêvão e
Paulo (Marcos 11:15-18; João
2:13-16; Atos 7:2-51;
17:32-33).
Seremos os juízes que
julgarão o mundo e até os
anjos (ICoríntios 6:2,3);
não podemos, portanto, nos
conformar com este mundo
(Romanos 12:2) (IICoríntios
7:1), "visto que a amizade
do mundo é inimizade contra
Deus "(Tiago 4:4).
Jesus, antes de ser entregue
para ser crucificado, orou:
"Não rogo que os tires do
mundo, mas que os guardes do
Malígno". (João 17:15)
Quando, para não sermos
antipáticos, participamos e
nos harmonizamos com o
mundo, estamos sendo
cúmplices do mal, sendo
pedras de tropeço para a
ação de Deus a favor do
próprio mundo! O mundo
precisa ver gente
transformada ao caráter de
Jesus. Só Deus - quando Lhe
somos fiéis, tomando a
posição de agradá-Lo - fará
esta mistura : não sair do
mundo, mas ser guardado do
malígno.
A Bíblia nos exorta:
"...não sejais participantes
com eles; pois outrora éreis
trevas, mas agora sois luz
no Senhor; andai como filhos
da luz (pois o fruto da luz
está em toda a bondade, e
justiça e verdade), provando
o que é agradável ao Senhor;
e não vos associeis ás obras
infrutuosas das trevas,
antes, porém, condenai-as; "
(Efésios 5:7-11) .
A mensagem está bem clara:
Não devemos nos associar às
obras infrutuosas das
trevas, e sim condená-las.
Não se esconda atrás de
desculpas com estas:
"O nosso Natal é diferente"-
Isto é mentira, pois, além
de comemorarmos na mesma
data, também adotamos os
mesmos costumes dos
incrédulos.
"Estamos comemorando o
nascimento de Jesus"- Outra
mentira, pois o Senhor Jesus
não nasceu nesse dia, e, o
fato de não ser mencionado
na Bíblia a data do Seu
nascimento, é justamente
para evitar a Sua
comemoração. Na verdade,
quando comemoramos o Natal,
estamos comemorando a Mitra,
Baal, e outros deuses, que
se encarnaram no Papai Noel.
"Santificamos o Natal" -
Santificaria o cristão uma
mentira, uma farsa?
"O que vale é a intenção"-
Com a intenção ninguém foi
salvo. Com a intenção
podemos cometer os mais
abomináveis crimes.
"Jesus é o sol da justiça" -
Uma das possíveis alegações,
é que Deus permitiu que os
povos pagãos adorassem os
deuses como o deus Sol,
porque quando o Senhor Jesus
vier, Ele será adorado
também como o "sol da
justiça".
Não é possível que haja
alguém, realmente cristão,
com tão absurda desculpa.
Prefiro acreditar que
Satanás sabendo que Jesus é
a luz do mundo, criou falsos
deuses como luz e sol, para
enganar a muitos, sendo que
ele mesmo se faz passar por
anjo de luz. (II Cor.11:14)
O que faz com que o cristão
participe dessa festa, na
verdade, é a pressão, a
provação que ele passa.
Como foi mencionado antes, o
"espírito do Natal"
realmente existe, e é uma
espécie de magia criada para
envolver, enlaçar, prender
as pessoas à esta festa.
O cristão, diante dos
familiares, dos irmãos da
igreja, no serviço e na
sociedade em geral, onde é
comemorado o Natal, sofre
realmente uma pressão. Mas é
justamente aí que ele deve
dar o verdadeiro testemunho.
Quanto mais ele se negar a
participar dessas festas
pagãs e abomináveis, mais
vai se distinguir do mundo,
sendo luz e sal da terra,
brilhando mais diante das
trevas, e exalando o bom
perfume de Cristo.
RESUMO
PORQUE COMEMORAMOS O NATAL
Por falta de crescimento
espiritual; por causa do
velho homem, o homem adâmico
que existe em nós, e que
ainda predomina; por causa
da tradição cega, a que
ainda nos prendemos. Enfim,
enquanto cada um de nós
ainda persiste em continuar
como crente carnal,
prevalece o mundanismo que
nos prende ao engano.
PORQUE NÃO DEVEMOS COMEMORAR
O NATAL
Sua origem e simbologias são
pagãs e anti bíblicas.
Houve toda uma trama nos
séculos III e IV d.C. para
envolver os cristãos nesta
festa, tornando-os
cúmplices. Mas sempre
existiram aqueles que não
participaram.
É uma festa especialmente do
mundo, onde suas
concupiscência são
satisfeitas.
É uma festa hipócrita,
porque, para justificá-la,
foi usada a pessoa do Senhor
Jesus em vão.
É uma festa mentirosa,
porque, o Senhor Jesus não
nasceu no dia 25 de dezembro
- Este dia é a data de
comemoração dos deuses
pagãos: Osíris, Mitra, Baal,
Apolo, etc.
É uma festa de caráter
oculto, mágico onde se
encontra o chamado "espírito
do Natal" .
Portanto, se comemorarmos o
Natal, estamos na verdade
nos associando às obras
infrutuosas das trevas
(Efésios 5:11) ,
tornando-nos cúmplices da
hipocrisia.
Se justificarmos esta festa,
estaremos aceitando a
mentira de Satanás -
"santificando" uma mentira -
e negando a nossa posição de
cristãos. Estaremos em
fraqueza de fé, negando a
autoridade que Cristo Jesus
nos entregou, que é o fruto
dessa fé.
"Estaremos nos prendendo a
um jugo desigual com os
incrédulos; pois que
sociedade tem a justiça com
a injustiça? ou que comunhão
tem a luz com as trevas? Que
harmonia há entre Cristo e
Belial? ou que parte tem o
crente com o incrédulo?" (II
Coríntios 6:14-15) .
Bibliografia
(1) DOMATO, Hernâni -
História do Calendário, pag.
26 (ed. 1976)
(2) HADAS, Moses et alii -
Roma Imperial, pag. 132
(3) IDEM, Ibidem
CINLOT, Juan Eduardo -
Dicionário de símbolos, pag,
511-512, "Saturnais" (ed.
1984)
(4) NERY, Isre 1 - 0 natal e
seus símbolos, pag. 31-32,
(ed. 1978)
(5) SHERRARD, Philip et alii
- Bizâncio, pag.16
(6) ABRIL, Cultural - As
grandes religiões, vol. 1,
pag. 124 (ed. 1973)
(7) HARDEN, Donald - Os
fenícios, pag. 80-81 (ed.
1968) ABRIL, Cultural - Op.
cit.
(8) IDEM, Ibidem
(9) IDEM, Ibidem
(10) BOWLE, John et alii -
Pequena enciclopédia da
história do mundo, vol. 1,
pag. 200-201 (ed.1964)
(11) ABRIL, Cultural - Op.
cit., vol. 1, pag. 124-126
(12) "Mitra o deus invicto:
Mitologia e Iconografia" -
Mostruário existente no
Museu de Arqueologia da USP.
(13) HADAS - Op. cit., pag.
135-136
(14) ABRIL, Cultural - Op.
cit.
(15) DONATO - Op. cit., pag.
38.
(16) "Mitra o deus
invicto..."
(17) "Os mistérios
científicos do Natal" in
Folha de São Paulo -
25/12/80, pag.2
NERY, Op. cit., pag. 31-32
(18) ABRIL, Cultural - Op.
cit.
(19) DAVIS, John D. - A cruz
era um símbolo sagrado entre
os caldeus, fenícios e os
egípcios, além de outras
nações orientais. Ver:
"Cruz" in "Dicionário da
Bíblia"
(20) BOWLE - Op. cit., pag.
23316
(21) SHERRARD - Op. cit.,
pag.16
(22) IDEM, Ibidem
(23) IDEM, Ibidem
(24) LAROUSSE Grande
Enciclopédia, vol.8, pag.
4736-4737, "Natal"(ed. 1970)
(25) DELTA UNIVERSAL
Enciclopédia, vol. 10 pag.
5608, "Natal" ((ed. 1980)
(26) BURNS, Edward McNall
-História da civilização
ocidental, vol. 1 pag. 52-53
(27) CIRLOT - Op. cit., pag.
98-103, "A árvore".
(28) HARDEN - Op. cit., pag.
80-81
(29) McKENZIE, John L. -
Dicionário Bíblico, pag. 82,
"Aserá" (ed. 1983)
(30) DAVIS, John D. -
"Dicionário da Bíblia" pag.
57, "Aserim, Aserá, plural
Aserim..." (ed. 1960)
(31) FRAZER, Sir James
George - O ramo de ouro -
Versão ilustrada. Círculo do
livro, 1978. (Trata ao longo
do livro, sobre as árvores
sagradas, como também sobre
o santuário de Nemi).
(32) POWELL T. G. E - Os
celtas pag. 163 (ed. 1965)
(33) IDEM, Ibidem, pag
156-157
(34) NERY, Op. cit., pag. 40
(35) IDEM, Ibidem
(36) IDEM, Ibidem
(37) "Atualidades Nestlé"
Conheça os porquês das
tradições de Natal -
Jan./Mar. 1981 pag.30-31
(38) LAROUSSE Grande
Enciclopédia - Op. cit.
(39) "Atualidades Nestlé"
Conheça os porquês das
tradições de Natal
(40) NERY, Op. cit., pag.
43-46
(41) DONATO - Op. cit., pag.
33
(42) NERY, Op. cit., pag. 7
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